quinta-feira, 30 de abril de 2009

Gripe Suína

Parece que o assunto vai ficar em destaque mesmo, pelo amor de Deus (rsrsrs), é bom a gente ter cuidado, apesar da gente brincar, é bom não esquecer que o negócio é sério…
Saiba quais são os sintomas dessa donça infeliz que pode se transformar numa doênça generalizada no mundo todo…

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório. Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).

Fonte: Blog DDD

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Você já falou de Jesus hoje?

Muitos de nós já conhecemos Jesus. Já experimentamos seu amor e, em algum momento de nossas vidas, fomos "seduzidos" por Ele, de forma que todo o nosso modo de ser mudou. Começamos a frequentar os sacramentos, a ler a Bíblia, a ter uma intimidade maior com Deus. Esse amor cresceu tanto, que sentimos a necessidade de falar de Jesus para outras pessoas, de que nossos familiares e amigos também sentissem esse amor transformador.

Aí vem o primeiro grande choque: por mais que nos esforcemos em evangelizar as pessoas a nossa volta, do dia a dia, parece que nada acontece! Somos até desacreditados. Começamos a pensar: "que povo de coração duro!", ou "só posso estar rezando pouco", ou "não tem jeito com esse fulano...". Alguns de nós caem na máxima soberba de afirmar que "um profeta não é bem aceito em sua terra...". Profeta?? Que santidade, hem?

Mas, então, o que há de errado conosco? Por que nossas palavras não caem no coração de nossos familiares e amigos? A grande pergunta é: será que o jeito que estamos falando de Jesus está correto?

Madre Teresa de Calcutá instituiu uma regra para suas Missionárias da Caridade que, a primeira vista, é anti-evangélica: todas elas são proibidas de falar o Nome de Jesus. Mas aqui vem a sabedoria da freira: qualquer pessoa que se achegar a elas deve VER e SENTIR a presença de Jesus nelas. Com suas atitudes concretas, elas anunciam a Jesus sem precisar de nenhum discurso verbal. E o encontro transformador acontece!

Do que adianta você desfiar os dez mandamentos para seu irmão mais velho se não há misericórdia em suas atitudes? Do que adianta você falar para seu esposo que tudo o que ele faz é pecado, se não mostra o amor de Deus para ele com seu próprio afeto? Do que adianta você dizer que Jesus mudou sua vida para seu colega de trabalho, se na hora do cafezinho você faz fofoca da vizinha?

Enquanto não tivermos autoridade moral e espiritual, todo nosso discurso sobre Jesus será estéril. Corremos até o risco de sermos negados pelo Senhor quando chegar a nossa hora ("Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus..."). Mas que autoridade é essa? Não basta ler a Bíblia e rezar o terço?

Essa autoridade vem dos nossos gestos concretos de amor. É muito fácil falar "Jesus te ama", mas com que coragem concretizamos esse amor? Deus ama através de nós!

Então, antes de tentar evangelizar as pessoas que te são próximas com palavras, evangelize-as com atitudes concretas! O sorriso, o perdão, o abraço, o despojamento são ferramentas poderosas para a transformação de qualquer um!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Veja como foi a segunda-feira dos bispos em Itaici.

Confira, no vídeo, como foi esta segunda-feira, 27, para os bispos na 47ª Assembleia Geral da CNBB.





Leia mais

.: Dom Erwin pede que causa indígena não fique esquecida
.: Documento de formação presbiteral em fase final de elaboração
.: Homenagem a Dom Hélder Câmara é tema da Missa em Itaici

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Só quero ficar com o que é bom!

O homem é um eterno insatisfeito. Não são poucas as vezes que nos percebemos reclamando sempre de algo. Há sempre em nossas bocas uma palavra que revela o nosso negativismo em relação à nossa situação atual de vida, é algo tão atrelado a nós mesmos, que não são raros os dias em que insistimos lamentar com todos sobre nossos problemas.

Ter, ser e querer. Não sei se você já percebeu isso, mas estes são os verbos que mais usamos no dia-a-dia. Freqüentemente nos flagramos passando horas concentrando nossos pensamentos em sonhos de realizações pessoais e materiais: “Eu queria aquilo...”, “Teria isso se não fosse...”, “Serei feliz quando...”. De fato, o homem não pode deixar de sonhar, os sonhos movem as ações humanas, sem eles não teríamos as novas descobertas da ciência, novas conquistas e novas metas a cumprir, mas os sonhos deixam de impulsionar ao bem quando nossas vontades viram murmúrios de quem quer aprender a andar sem o infortúnio das quedas.

Já dizia Mário Quintana: “Sonhar é acordar-se para dentro”. Será que realmente já despertamos em nós a verdadeira essência de nossos sonhos? Estamos dispostos a pagar o preço pelo êxito? Ou somos meros espectadores da sorte? Querer, ter ou ser algo só é válido na perspectiva divina quando o homem passa a entender que tudo é possível ao que trabalha com afinco e confia nos desígnios de Deus.

Em meio a tantas vontades deixamos de viver a riqueza do nosso tempo presente. Há uma infinidade de possibilidades que não são experimentadas em sua profundidade porque insistimos em ver o lado negativo das coisas. Jesus foi o maior dos sonhadores, sabia que não precisava de quase nada para viver e que sua missão era muito mais forte que distâncias, fome, sede e rejeições. Em tudo extraia coisas boas e sabia como ninguém ver o bem em tudo, até mesmo nos mais pecadores. Conquistou a muitos, podia ter tido o que quisesse, mas preferiu ser injustamente condenado à morte, por amor.

Assim como Jesus, é preciso que só fiquemos com o que é bom em todas as situações que passamos. As dificuldades são alicerces de nossas construções e é nesse tempo onde os milagres mais acontecem. Acordar para dentro de nós é o melhor sonho que podemos sonhar, pois lá encontramos nosso coração, que jamais será escasso de cuidados do Pai.


“Depois de tudo explorado e conquistado
Restam outros sistemas fora do solar a colonizar.
Ao acabarem todos só resta ao homem (estará equipado?)
A difícil dangerosíssima viagem de si a si mesmo:
Pôr o pé no chão do seu coração
Experimentar, colonizar, civilizar, humanizar o homem
Descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
A perene, insuspeitada alegria de conviver”
( Texto “O Homem, as viagens” de Carlos Drummond de Andrade, modificado)


Matheus Jardelino Dias
Site Anjos de Jesus

sábado, 25 de abril de 2009

O motivo de sua morte é o motivo de nossa vida

O tempo é de ressurreição. Já não podemos mais ouvir os gritos do calvário, o movimento curioso de quem desejava a tragédia, a morte pública e cruel. O que temos é o jardim vistoso sugerindo primaveras. A vida revestida de cores mansas como se uma chuva miúda devolvesse aos poucos o frescor que combina com as manhãs.

O que me instiga em tudo isso é a falta de provas para o fato. O sepulcro estava aberto, vazio. Mas isso não era o suficiente para que a ressurreição fosse proclamada. Alguém poderia ter roubado o corpo. Não faltariam incrédulos para essa suspeita.

A certeza da ressurreição não consiste em provas materiais para o fato. A imposição dessa verdade não passa pela materialidade do mundo, nem tampouco pode ser explicada através das claras regras que foram postuladas por nossa razão cartesiana.

Estamos falando de algo maior, superior. O que despertou o grito da ressureição foi o encontro dos olhares de quem havia estado com Ele. Foi o momento em que João reconheceu em Pedro a presença do Mestre. Resquícios esquecidos na alma, doação existencial que o configurava de forma renovada, como se tivesse nascido de novo.

"Ele está no meio de nós!" - A voz proclama. Grita o que ainda não compreende. Grita o que intui em mistério, o que descobre aos poucos. A alma reconhece na carne o milagre da continuidade. Os desdobramentos da Eucaristia celebrada dias antes tornam-se evidentes. João vê na carne de Pedro a carne de Jesus. É o mesmo sangue, é a comunhão estabelecida. O sangue jorrado na cruz encontrou novas veias e por elas corre.

É o olhar epifânico ardendo como a sarça ardeu diante dos olhos de Moisés. Sarça humana, pupilas dilatas de alegria, incapacitadas de esconderem os olhos que estavam por trás dos olhos de Pedro. Olhos que deixaram de brilhar no calvário, mas que agora são reacendidos nos olhos do amigo que ficou. O apóstolo é a continuidade do Mestre. Simbiose que faz o agir ser o mesmo, como se uma costura atasse a vida de Pedro à vida de Cristo.

É o ser emprestado em sacramento, força que o altar atualiza e que a alma recebe prostrada, generosa. A sobrevivência do Cristo passa pela alma que o aceita. É preciso acolher o dom de ser ressurreto. Passa pela nossa carne esta mística que nunca terá fim. Não aceitá-la é o mesmo que viver a privação da felicidade. Não é possível ser feliz fora desta dinâmica. As religiões nos ensinam. É preciso aprender. O altar estendido é o banquete do encontro. O Cristo sentado à mesa nos ensina de forma simples e duradoura que é preciso crescer na ressurreição. Ele nos dá de comer. "Isto é o meu corpo". Ele nos dá de beber. "Isto é o meu sangue".

É Nele que nos transformamos. Quando por Ele nos decidimos, Dele nos tornamos continuidade. Cada um ao seu modo vive o seu processo. É estrada humana também. Jesus nos ensinou a humanidade antes de nos propor o céu. Por isso o aperfeiçoamento de tudo o que é humano é exercício de santidade. O pecado nos mata, mas a ressurreição nos socorre.

Viver e morrer são dinâmicas inevitáveis. Cada um sabe o tanto que morre. Cada um sabe o tanto que vive. As escolhas estão por toda parte.

Mas o Cristo está diante de nós. Em suas mãos não há outra coisa senão a sua Misericórdia. O motivo de sua morte é o motivo de nossa vida. Ele morreu porque quis nos ensinar que a justiça divina compreende também a sua capacidade de amar. Ele nos deu o direito de sermos íntimos do Pai. Ensinou caminhos simples, diretos, sem rodeios.

Ensinou que podemos ser santos, mesmo sendo proprietários de tantos defeitos. Ensinou que há sempre uma esperança escondida dentro de nós, e que procurar por ela é um jeito bonito que temos de colocar os nossos passos nas marcas de seus pés.

Neste tempo de Ressurreição queiramos a sua misericórdia.

Eu quero. Queira também. Eternamente.


Pe. Fábio de Melo

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Bispos usam novas tecnologias na assembleia da CNBB

As novas tecnologias são um "verdadeiro dom para a humanidade", afirmou o Papa Bento XVI em sua mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, e complementou dizendo que "devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades". Essa afirmação do Santo Padre ressoa na Assembleia dos Bispos de Itaici e, já é possível ver os bispos usando destes novos meios.

Laptops e celulares já fazem parte do dia a dia de quase todos, mas a novidade foi ver alguns bispos rezando a Liturgia das Horas em seu Smartphone. "Nós vivemos num tempo em que a tecnologia é uma grande conquista humana e que a gente pode usar para muitas coisas, para a comunicação se tornar cada vez mais rápida. Temos à nossa disposição meios que a gente pode usar e que de outra maneira precisaria de uma biblioteca, e que pode ser reduzido no tamanho, pode ser transportado, isso facilita muito", declarou o Arcebispo de Fortaleza (CE), Dom José Antonio Aparecido Tosi, um dos que incluíram em seu cotidiano os benefícios da tecnologia.

Dom José conta que já faz uso desse recurso há três anos, mas que a iniciativa ainda causa admiração e surpresa a muitos que não haviam pensado na possibilidade de usar o celular para fazer suas orações, e recorda um fato engraçado ocorrido no início do ano. Ele conta que foi celebrar no seminário propedêutico (início da preparação sacerdotal) de sua arquidiocese, e junto com a Missa, foram rezar a oração das laudes. "Eu peguei o Smartphone do bolso, abri e comecei a ver. Os seminaristas olharam para mim assustados - 'O que o bispo tá mexendo no celular na hora da Missa? Tá fazendo algum jogo?" Mas pouco a pouco eles perceberam que não, eu estava simplesmente rezando com eles".

[Veja fotos dos bispos]

"De repente os jovens perceberam que aquilo que se usa para chat, torpedo, mil e uma coisas, serve também para a gente rezar, estar em comunhão com os outros, para coisas importantíssimas de nossa vida cristã. São meios que não são só de lazer, mas também para transmitir a própria experiência, para evangelizar. São instrumentos que vão se mostrando muito bons para fazer o que o Evangelho diz sempre: 'Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura' (Marcos 16,15). Se a gente encontra meios para fazer isso ser mais fácil, eu acho que aí começa a servir para todos", ressaltou o prelado.

Na assembleia deste ano, o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, falou sobre a diminuição de papéis distribuídos aos bispos durante o encontro, o material será entregue em CD. As impressões, também, diminuíram para os jornalista e grande parte das informações é disponibilizada no site da CNBB.

PODCAST

.: Dom José fala do seu interesse no uso da tecnologia


"É o blog de Palmas,
acompanhando cada passo da 47ª Assembleia dos Bispos do Brasil!"

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Assembleia CNBB: Documento sobre formação dos padres

A Formação Presbiteral, tema da 47ª Assembléia da CNBB, foi o assunto de maior destaque da primeira coletiva do encontro que reúne bispos de todo o Brasil, em Itaici, município de Indaiatuba (SP).

O presidente da Comissão de Redação e revisão do Documento 55, que trata da formação dos presbíteros, Dom Sérgio da Rocha, Arcebispo de Teresina (PI), explicou que um texto inicial havia sido enviado a todos os bispos para que pudessem entregar suas contribuições nesta manhã, 22, já no início dos trabalhos da assembléia.

O Documento 55 está em vigor desde 1995 e a cada seis anos é revisado para que aconteça uma atualização do documento frente aos novos desafios que surgem. Segundo ele, o texto continua com uma estrutura organizada em três grandes partes e que não deve ser alterada: coordenadas (fundamentos teológicos para a formação), formação inicial (seminários) e a formação permanente. Este terceiro aspecto deve ser contemplado de forma mais ampla, sugestão do próprio conselho da CNBB, a fim de que as grandes dimensões da formação, que acontecem no seminário, possam se prolongar na formação permanente.

Dom Sérgio falou sobre as cinco dimensões da formação: humano-afetiva, comunitária, espiritual, intelectual e pastoral, que são consideradas de maneira conjunta na formação dos futuros presbíteros e, hoje, contam com o auxílio de especialistas de cada área para colaborar na formação integral.

A iniciação cristã, um dos temas secundários da assembléia, também deve entrar no novo texto do documento, como explicou Dom Sérgio, porque está de certo modo ligada à formação dos padres, visto que muitas vocações já surgem na infância. "Se queremos qualificar melhor os futuros padres, então é preciso atuar no período anterior ao seminário e percorrer esse itinerário de maneira adequada", destacou.

Além de Dom Sérgio, a coletiva contou com a presença do Cardeal Arcebispo de Salvador (BA), Dom Geraldo Majella Agnelo, e do Presidente da Cáritas e Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini.
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terça-feira, 21 de abril de 2009


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) inicia, amanhã, 22, sua 47ª Assembleia Geral, em Itaici, município de Indaiatuba (SP). Já confirmaram presença 326 bispos, dos quais 33 são eméritos.

O Brasil possui 447 bispos, dos quais 147 são eméritos (bispos que já deixaram a administração de suas dioceses). Há ainda seis dioceses sem bispos, conduzidas por administradores diocesanos que participarão da Assembleia com direito a voto.

Na assembleia deste ano, os bispos vão discutir, como tema central, a formação dos futuros padres. Uma Comissão de bispos está fazendo a revisão do Documento 55 da CNBB, Diretrizes Básicas da Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, em vigor desde 1994. O novo texto será estudado e aprovado pela Assembleia e, em seguida, encaminhado à Congregação para a Educação Católica, em Roma, para aprovação final.

Os dez dias da Assembleia exigem uma grande estrutura por parte da CNBB. Um grupo de cem pessoas se divide em várias equipes de serviços para assegurar o êxito do encontro dos bispos. Da CNBB integram o grupo 36 assessores, 17 secretários dos regionais, 17 representantes dos organismos da CNBB e 19 funcionários, além de 11 voluntários. Há, pelo menos, 17 convidados que também participarão da Assembleia. Entre bispos e equipes de serviço, o encontro envolverá cerca de 450 pessoas.

Assuntos Relacionados:

» Assembleia da CNBB discutirá formação dos Sacerdotes.
» Conferência dos bispos partiu do desejo de Dom Hélder Câmara.
» CNBB publica Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
» Dom Geraldo Lyrio Rocha preside Missa em homenagem a Dom Helder.
» Escolhido o tema central da próxima assembléia da CNBB.

domingo, 19 de abril de 2009

Abertura Nacional do Ano Catequético

O tema do ano catequético é: “Catequese, caminho para o discipulado”, tem como base o texto do Evangelho de São Lucas: “Nosso coração arde quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão”. Assim como os discípulos de Emaús, somos peregrinos, e precisamos que Jesus caminhe conosco.

Por quê um ano catequético? Porque é preciso aprofundar nossa fé e crescer no seguimento de Jesus Cristo. Falar em catequese é tocar assuntos vitais, decisivos, urgentes a saber: a fé, o conhecimento religioso, a vida na Igreja, a transformação da realidade.
A catequese nos ajuda a ser verdadeiramente humanos, civilizados, cristianizados santificados. Sem catequese as pessoas vivem uma fé superficial, mágica, infantil e podem regredir a degraus infra-humanos. Sem catequese, quem deveria ser santo, cai na desumanidade porque estas duas potencialidades estão em nós: santidade ou animalidade.

Com o ano catequético, a Igreja espera mais homens e pais de família assumindo o ministério de catequista. Feliz a comunidade que tem casais catequistas. Junto com o bispo, os padres são chamados a ser os primeiros animadores da catequese, numa grande aliança com as famílias, a comunidade cristã, as pastorais e movimentos. Catequese, não é uma gaveta, um quintal, um grupo de pessoas, mas, uma obrigação de todos os cristãos. Os cristãos, pela catequese, são “alma do mundo”.

Hoje (19/04), na Pró-Catedral São José – Palmas/TO, aconteceu a abertura do Ano Catequético com, mais ou menos, 500 catequistas da Arquidiocese, com uma Missa presidida pelo nosso Bispo arquidiocesano, Dom Alberto Taveira. Dom Alberto em sua homilia, disse que: “A catequese não tem que inventar coisas novas e sim, fazer ecoar a palavra de nosso Senhor Jesus Cristo. E o coração da catequese é a própria palavra de Deus”.

Também na oportunidade foi lançado o projeto: "Igreja a Serviço da Palavra".
Este projeto tem como principal objetivo fomentar o contato dos católicos com a Bíblia, através de círculos bíblicos, formação sobre como manusear o livro sagrado e leitura orante da Palavra de Deus. Para atingir este objetivo, as seguintes ações serão desenvolvidas: venda de bíblias a R$ 12,00 nas paróquias e livrarias católicas; concursos de desenho, redação e música com a temática da Palavra, Missão e Ano Paulino; e a aplicação do curso ABC da Bíblia em cada paróquia da arquidiocese.

Na Arquidiocese de Palmas existe a Escola Catequética Arquidiocesana (Igreja para servir). A Escola tem como objetivo, dinamizar a catequese em nossa Arquidiocese, bem como dar uma formação doutrinal e metodológica aos catequistas, para que possam cada vez mais estarem aptos a cumprir a sua missão de semear a Palavra de Deus, levando crianças, jovens, adultos e famílias a serem verdadeiros discípulos e missionários de Jesus Cristo.


Segue algumas fotos da abertura do ano catequético na Arquidiocese de Palmas:

Equipe Blog Palmas

"Cristo Ressuscitou... Verdadeiramente!"

Festa da Divina Misericórdia!

“Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia, estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas. Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças”. (D.699)

A Festa da Divina Misericórdia, que acontece no domingo após a Páscoa é uma festa oficial da Santa Mãe Igreja. Neste ano a mesma vai acontecer no dia 19 de abril. A Igreja manda, portanto, que esse dia seja celebrado como o “Domingo da Divina Misericórdia", conforme foi pedido pelo Papa João Paulo II, quando estabeleceu esse dia como festa universal da Igreja.

Nesse dia somos convidados a aproximarmo-nos mais intimamente do Coração de Jesus, que é fonte de misericórdia para nós. É um tempo de muita graça, conforme disse o Senhor a Santa Faustina, tempo de mergulharmos nossas misérias no abismo de sua misericórdia, confiando na sua promessa de amor e salvação: “O pecador não tema aproximar-se de mim, pois mesmo que seus pecados sejam incontáveis como os grãos de areia do mar, tudo desaparecerá diante do abismo de minha misericórdia!” (Jesus à Santa Faustina).

Portanto, irmãos, não tenhamos medo de aproximarmo-nos de Jesus, o nosso Deus não é um Deus que condena e que castiga; pelo contrário, Ele é um Deus que nos ama infinitamente, não importa qual seja o tamanho do nosso pecado, Deus está de braços abertos para nos perdoar, curar as nossas feridas e restituir em nós a graça da Santidade. É tempo de misericórdia, Jesus provou isso dando sua vida por nós numa Cruz, do seu coração aberto jorrou sobre a humanidade o perdão e a misericórdia; ressuscitando ao terceiro dia, ele abriu definitivamente o caminho de uma vida nova, as portas da reconciliação com o Pai e da vida eterna, onde para sempre cantaremos: “Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder.” (APO 19,1).

Jesus, eu confio em vós!




João Paulo
Comunidade Obra de Maria (Palmas / TO)
(Fase do Discípulado)



Assuntos relacionados:

» O miserável e a misericórdia.
» Encontro com a misericórdia.
» O milagre da misericórdia.

sábado, 18 de abril de 2009

Quando os erros são demais, vire a página!

Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno, eu me recordo do meu. Com ele eu aprendi muita coisa, foi nele que eu descobri que a experiência dos erros ela é tão importante quanto à experiência dos acertos. Porque vistos de um jeito certo, os erros, eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras porque não há aprendizado na vida que não passe pela experiência dos erros.

Caderno é uma metáfora da vida, quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo que a nossa professora sugeria que a gente virasse a página, era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços. Ao virar a página os erros cometidos deixavam de nos incomodar, e a partir deles a gente seguia um pouco mais crescidos.
O caderno nos ensina que erros não precisam ser fontes de castigos, erros podem ser fontes de virtudes.
Na vida é a mesma coisa, o erro tem que está a serviço do aprendizado. Ele não tem que ser fonte de desculpas e de vergonhas. Nem um ser humano pode se verdadeiramente grande sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida, uma coisa é agente se arrepender do que fez, outra coisa, é a gente se sentir culpado.
Culpa nos paralisa arrependimentos não, eles nos lançam pra frente nos ajudam a corrigir os erros cometidos. Deus é semelhante ao caderno, Ele nos permite os erros para que a gente aprenda a fazer do jeito certo.

Você tem errado muito? Não importa! Aceite de Deus essa nova página de vida que tem nome de HOJE, recorde-se das lições do seu primeiro caderno.
Quando os erros são demais, vire a página!

Padre Fábio de Melo
É professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ano Catequético será lançado no próximo domingo

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fará a abertura do Ano Catequético Nacional, no próximo domingo, 19, com uma Missa presidida pelo Bispo Auxiliar de São Paulo, Dom Tarcisio Scaramussa, na Catedral da Sé, em São Paulo, às 11h.

Durante a programação, será lançado o CD “Catequese, caminho para o discipulado”, com 13 canções para animação do Ano Catequético. O evento contará ainda com a participação das assessoras da Comissão Bíblico-Catequética, da CNBB, irmã Zélia Maria Batista e Maria Cecília Rover.

A iniciativa é resultado da importância e valorização dada pela Igreja à catequese, como ficou expresso no processo de elaboração do Diretório Nacional de Catequese (DNC – 2002 a 2005), e também na V Conferência de Aparecida.

Na Assembleia Geral dos Bispos, de 22 de abril a 1° de maio, em Itaici, o Ano Catequético será celebrado na Missa do dia 24, às 7h. Sob a coordenação da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, o Ano Catequético quer envolver todas as pastorais, movimentos e organismos da Igreja.

Além da Assembleia Geral, de 2009 a 2010 a Igreja no Brasil viverá momentos importantes pelo Ano Catequético, como a 3ª Semana Brasileira de Catequese, de 6 a 11 de outubro, em Indaiatuba (SP); celebração do Dia do Catequista, em 30 de agosto; e o encerramento no Domingo de Cristo Rei, no dia 22 de novembro.

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Equipe Blog Palmas
"Cristo Ressuscitou...Verdadeiramente!"

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Curiosidade: Oitava da Páscoa

Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate. A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.

Nesta semana, em particular, estamos celebrando A OITAVA DA PÁSCOA. Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).

Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e do Evangelho de João. São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.

Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que possamos ser LUZ para o mundo!

Blog Palmas
"Ressuscitou...Verdadeiramente!"

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Seus olhos estavam fechados...

Vemos a fragilidade dos discípulos que caminhavam para emaús, tristes, abatidos, pois haviam crucificado o mestre, era já o 3 dia, sabiam o que dizia a escritura a respeito, mas eles ainda não o tinham visto, Madalena testemunhara que vira o anjo, mas não era Jesus, e a tristeza ofuscava o seus corações.
Jesus caminhava com eles, mas não o perceberam, seus corações abrasavam enquanto o “forasteiro” lhes falava das escrituras, mas a tristeza de terem perdido o mestre, ainda os mantinha cegos.
Seus sonhos, esperanças, tudo se ofusco com a morte do Mestre, mas a centelha do amor pregado por Cristo, ainda permanecia em seus corações.
A tarde vai declinando, eles chegam a aldeia, e convidam Jesus para passar com eles a noite: “ Fica conosco, já é tarde e já declina o dia”.Quando Jesus sentou-se com eles e partiu o pão, eis a surpresa dos discípulos, a venda de seus olhos foram ao chão, eles o reconheceram!Era o Mestre! Imagino, tamanha foi a alegria deles, Jesus estava vivo, como falava as escrituras, e agora tudo fazia sentido, o fogo que abrasava seus corações enquanto lhes falava das escrituras!É o Mestre, e Ele vive, Aleluia!!!
Seus corações deviam estar acelerados, aponto de na mesma hora saírem correndo para Jerusalém, para avisar os outros. E mais uma surpresa, chegando em Jerusalém o Mestre havia aparecido também à Pedro!
Primeiro foi Madalena! De madrugada, chorosa, no escuro, lamentando-se pelo Mestre que sumira do túmulo! – “Mulher, porque procuras entre os mortos aquele que vive!!”Ah o som da sua voz falando seu nome: Maria! Tamanha a alegria – Senhor és tu??
É preciso que tenhamos os olhos do coração, da fé, abertos, vigilantes, pois como aconteceu com os discípulos de serem surpreendidos, pode acontecer conosco.
Às vezes nos sentimos como os discípulos de Emaús na caminhada, sozinhos, mas um lampejo de luz, reaviva o caminho, mesmo que nós não O vejamos, Madalena testemunhou, os discípulos de Emaús, Pedro, testemunharam!


Pelos olhos da fé, da esperança, pela Santíssima Eucaristia no altar, nosso coração testemunha e nossa alma grita: Cristo Ressuscitou Verdadeiramente, Aleluia!!!
Equipe Blog
Palmas/TO

terça-feira, 14 de abril de 2009

Pe. Erivaldo... PARABÉNS!

Que hoje possa ser para o senhor um dia de renovação, de celebração daquilo que Deus lhe deu com tanto carinho, A VIDA .
Que hoje o senhor não se incomode com o que você é, mas; com o que quer ser.
Que hoje o senhor possa reaprender a arte de amar; só o coração que ama é verdadeiramente sadio.
Que hoje o senhor reaprenda a essência de agradecer; só o coração agradecido é feliz.
Que hoje o senhor não se contamine com as labaredas da ansiedade dos outros, nem sua.
Que hoje o senhor realmente perceba que depende de você ser o autor da sua história e não apenas um expectador.
Que hoje o senhor possa alcançar o cume da sua coragem, enfrentando seus medos e superando os desafios da vida, porque isto é fundamental.
Que hoje o senhor entenda e use incessantemente doses de perdão;
Que hoje o senhor possa enxergar as pessoas além da cortina dos comportamentos; no fundo as pessoas são sempre melhores do que parecem.
Que hoje o senhor possa assumir o que sente, sem medo, sem receio; a felicidade também parte de pequenas decisões.
Invista no senhor mesmo, acredite em você ; na sua capacidade seus ideais, suas metas e nunca desista de seus sonhos, são eles a bússola de sua esperança .

Seja um empreendedor;
Se empreender,não tenha medo de falhar;
Se falhar, não tenha medo de chorar;
Se chorar, repense sua vida, mas não recue;
Dê sempre uma nova chance para si mesmo;
Seja profundamente apaixonado pela vida, pois a vida;
É um espetáculo imperdível!
Equipe Blog Palmas
"Cristo Ressuscitou...Aleluia!"

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Semana Santa... Semana missionária!

"Ser missionário é está disposto a ir onde há necessidade de alguém que ofereça seus dons e sua vida ao serviço dos mais necessitados, é florir onde Deus plantar".

Como a nossa casa, é uma casa de seminaristas, a Semana Santa foi toda de missão. Os 20 seminaristas foram espalhados em várias missões aqui do Tocantins (Tocantínia, Peixe, São João e na própria Paróquia, N. Sra. das Mercês). Segue algumas fotos das nossas missões na Semana Santa.


Peça Teatral da Paixão de Cristo (Paróquia N. Sra. das Mercês)




Sábado Santo (Vigilia Pascal - Paróquia N. Sra. das Mercês)



Domingo de Páscoa (Paróquia N. Sra. das Mercês)


Equipe Blog Palmas

domingo, 12 de abril de 2009

Aleluia, Aleluia, Aleluia... Cristo Ressuscitou!




“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ressuscitou!” (Lc 24, 5b-6). Três dias após a morte de Jesus, algumas mulheres foram ao seu túmulo, ouviram este anúncio e se tornaram mensageiras dessa boa notícia.

Também hoje a Igreja testemunha e anuncia, como fez através dos séculos: Jesus Cristo, morto na cruz, ressuscitou, está vivo e presente no meio de nós! Por infinita condescendência para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida através da ressurreição de Jesus.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência.

Não é belo, não é coerente com nossa fé, não é justo com o próximo promover a violência, a cultura da morte, o desprezo à obra de Deus e à vida de nossos semelhantes. A ressurreição de Jesus Cristo revela que Deus está do lado da vida; por isso, somos convocados a estar desse lado também.

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males.

A morte não tem poder sobre Ele... Feliz Páscoa!




Equipe Blog Palmas


"Cristo ressuscitou...Aleluia!"

sábado, 11 de abril de 2009

Sábado Santo e Vigília Pascal

"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).
No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.
A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz".
O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús.
É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13).

Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:
"...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".
A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.
A Vigília de Páscoa, também chamado de Vigília Pascal ou a Grande Vigília, é a celebração mais importante do calendário litúrgico cristão, por ser a primeira celebração oficial da Ressurreição de Jesus. Historicamente, é durante essa celebração que as pessoas (especialmente adultos) são batizados e adultos catecúmenos são recebidos em plena comunhão com a Igreja. É realizada nas horas de escuridão entre pôr-do-sol no Sábado Santo e o amanhecer da Páscoa. É marcada pela primeira entoação desde o início da Quaresma do Glória e do Aleluia, uma característica litúrgica do Tempo Pascal. Na tradição católica romana, a Vigília Pascal consiste de quatro partes:1)Breve Lucernário2)Liturgia da Palavra ou Celebração da Palavra3)Liturgia Batismal ou Celebração da Água4)Liturgia Eucarística ou Celebração da Eucarístia.

A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoada pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo. Esta vela pascal será usado em toda o Tempo Pascal, permanecendo no santuário da igreja , e durante todo o ano em batismos, Crismas e funerais, lembrando a todos que Cristo é a "luz do mundo". Assim que a vela for acesa segue o antigo rito do Lucernário , em que a vela é carregada por um sacerdote ou diácono através da nave da igreja, em completa escuridão, parando três vezes e cantando a aclamação: "Lumen Christi" ou Luz de Cristo (em português),ao qual a assembléia responde "Deo Gratias"(Graças a Deus). A vela prossegue através da igreja, e os presentes portam velas que são acesas no Círio pascal . Como este gesto simbólico representa a "Luz de Cristo" se espalhando por todos, a escuridão é diminuída. Assim que a vela foi colocada num lugar dignamente preparado no santuário, ela é incensada pelo diácono, que entoa solenemente o canto Exulted, de tradição milenar. Ele é conhecido também como Proclamação da Páscoa". Nele, a Igreja pede que as forças do céu exultem a vitória de Cristo sobre a morte, passando pela libertação do Egito.Ao findar do canto. apagam-se as velas e inicia-se a Liturgia da Palavra. A Liturgia da Palavra é composta de sete leituras do Antigo Testamento, que são como um resumo de toda a História da Salvação. Cada leitura é seguida por um salmo e uma oração relativa a aquilo que foi lido. Depois de concluir estas leituras, é entoado solenemente o Gloria in excelsis Deo (Glória a Deus nas alturas). Os sinos, sinetas e campainhas da igreja devem ser tocados. É a primeira vez que se entoa o "Glória" desde a Quarta-feira de Cinzas, com exceção da Quinta-feira Santa. (No pré-rito Vaticano II, as imagens, que foram cobertas, são revelados neste momento). Uma leitura da epístola aos Romanos é lida, e se segue o canto do Salmo 118. O Aleluia então é cantado pelo celebrante, também de forma muito solene, pois também não é cantado desde o início da Quaresma. Após a celebração da Liturgia da Palavra, a água da pia baptismal é solenemente abençoada e quaisquer catecúmenos e candidatos à plena comunhão são iniciados na Igreja, pelo batismo ou confirmação. Após a celebração destes sacramentos da iniciação, a congregação renova os seus votos batismais e recebem a aspersão da água batismal. A oração dos fiéis (do qual o recém-batizados são agora uma parte) se seguem. Depois da oração, a Liturgia Eucarística continua como de costume, sendo tradição a utilização da Oração Eucarística I, ou Cânon Romano, a mais solene de todas. Esta é a primeira missa do dia da Páscoa . Durante a Eucaristia, os recém-batizados adultos recebem a Sagrada Comunhão pela primeira vez, podendo ou não serem crismados também. A Eucaristia deve terminar antes do amanhecer.
Celebramos Cristo vivo e ressuscitado. ALELUIA!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta-feira Santa

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo. A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril. Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é um dos raros dias em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia. Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo fato de não ter Oração eucarística. A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor cor vermelha. Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma ação livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade. A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado. A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O fato de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Quinta Santa - Missa do Crisma



Estamos nessa semana inseridos de modo particular no grande mistério da paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor, que por nós se dá em sacrifício, para nossa salvação eterna. Dentro desta semana chamada Santa, por seu grande conteúdo celebrativo, encontramos a chamada Missa do Crisma, que agora nos propomos a meditar. Nesta Eucaristia celebramos o Ungido e a Unção, Cristo e o Espírito. É do sacerdócio de Cristo, ungido pelo Espírito Santo, que nos vem toda a graça da libertação, da força, da saúde, da santidade. Na Liturgia Sacramental da Igreja esta ação recriadora é simbolizada pelos Santos óleos. Por isso hoje a oração da Igreja invoca o Espírito Santo para que faça dos santos óleos que lhe apresentamos o sinal sensível da sua presença e o instrumento eficaz da sua ação santificadora.

Nessa celebração eucarística, o Bispo diocesano se reúne na Catedral com todo o seu clero para celebrarem juntos o divino dom do sacerdócio.A missa do Crisma exprime um grande riqueza em seu conteúdo, pois evidencia o clima de uma verdadeira festa do sacerdócio ministerial, que nos é dado por Cristo, para que por meio deles, dos sacerdotes, pudéssemos nos aproximar do grande mistério de amor que é a doação de Cristo por nós através dos divinos sacramentos, em especial da santa Eucaristia. Ao mesmo tempo em que rendemos graças a Deus por esse dom tão precioso que é o dom sacerdotal, nos voltamos para o Cristo sacerdote, modelo e fonte de todo sacerdócio, e pedimos ao Cristo para que conserve na santa unidade todos os presbíteros, façam de seus corações verdadeiros tabernáculos de amor, para o bem de toda a Igreja e de todo o povo de Deus.Nesta liturgia eucarística, os sacerdotes junto ao seu bispo diocesano prestam seu respeito e obediência, e renovam diante dele suas promessas feitas no dia da ordenação. Renovam seu desejo de viverem seu sacerdócio por amor a Cristo e por amor à Igreja, que os constituiu pastores do rebanho, do qual Cristo é o Sumo e Eterno Pastor.
Também se realiza nessa celebração eucarística a benção dos óleos. O bispo consagra o óleo do crisma, que será usado para os sacramentos do crisma, do batismo e nas ordenações. Também abençoa os óleos dos catecúmenos, usados nos batismos, e o óleo dos enfermos, usado pelos sacerdotes na unção dos enfermos. Esses óleos simbolizam a força do Espírito Santo, que ao penetrar na pele da pessoa, dá a ela a graça da força espiritual para servir ao Cristo sendo testemunha do seu amor. Uma vez compreendendo a riqueza dessa liturgia, vivamos com intensidade esse momento que a santa mãe Igreja nos dá, e confiemos com total esperança nossos sacerdotes ao coração de Cristo, Divino Pastor, a fim de serem nossos guias no caminho para o céu, e que mediante nossas orações, seus corações sejam confortados de todas as angustias vividas em seus ministérios. Que nunca se cansem de amar e transparecer a graça de Cristo para nós, povo de Deus, que confiantes rogamos: Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, rogais por nossos sacerdotes, amém.
Fonte: http://diocesedeuruacu.com.br/blogdateologia
Equipe Blog
Palmas/TO

terça-feira, 7 de abril de 2009

A morte que resgatou o mundo...

Estamos na terça-feira da Semana Santa, a semana maior, onde acompanhamos com o coração contrito, os últimos passos do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A seguir iremos meditar em um texto tirado do ofício das leituras, Liturgia das Horas da terça-feira.

“Há uma só morte que resgata o mundo e uma só ressurreição dos mortos”.
O desígnio de nosso Deus e Salvador em relação ao homem consiste em levantá-los de sua queda e fazê-lo voltar, do estado de inimizade ocasionado pela sua desobediência, à intimidade com Divina. A vinda de Cristo na carne, os exemplos de sua vida apresentados pelo evangelho, a paixão, a cruz, o sepultamento e a ressurreição não tivera outro fim senão salvar o homem, para que, imitando a Cristo, ele recuperasse a primitiva adoção filial.

Portanto, para atingir a perfeição, é necessário imitar a Cristo, não só nos exemplos de mansidão, humildade e paciência que Ele nos deu durante a sua vida, mas também imitá-Lo em sua morte, como Diz São Paulo, o imitador de Cristo: Tornando-me semelhante a Ele na sua morte, para ver se alcanço a ressurreição dentre os mortos (Fl 3,10)
Mas como poderemos assemelhar-nos a Cristo em sua morte? Sepultando-nos com Ele por meio do Batismo.
Em que consiste este sepultamento e qual é o fruto dessa imitação? Em primeiro lugar é preciso romper com a vida passada (vida velha). Mas ninguém pode conseguir isto se não nascer de novo, conforme a Palavra do Senhor, porque o renascimento , como a própria palavra indica, é o começo de uma vida nova, é preciso pôr fim à antiga.
E como imitar a Cristo na sua descida a mansão dos mortos? Imitando no batismo o seu sepultamento. Porque os corpos dos batizados ficam, de certo modo, sepultados nas águas. O batismo simboliza, pois, a deposição das obras da carne, segundo as palavras do Apostolo: Vós também recebestes uma circuncisão, não feita por mão humana, mas uma circuncisão que é de Cristo, pela qual renunciais ao corpo perecível. Com Cristo fostes sepultados no Batismo (Cl 2, 11-12).

Ora, o batismo, por assim dizer, lava a alma das manchas contraídas por causa das tendências carnais, conforme está escrito: Lavai-me e mais branco do que a neve ficarei (Sl 50,9).Por isso, reconhecemos um só batismo de salvação, já que um só a morte que resgata o mundo e uma só a ressurreição dos mortos, das quais o batismo é figura.
Equipe Blog Palmas
"Servimos ao Senhor com Alegria!"

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

A mesma multidão que O aclamava como Rei, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).

Segue algumas fotos da Procissão e da Missa do Domingo de Ramos, celebrada na Paróquia N. Sra. das Mercês, Paroquia administrada pelo Pe. Erivaldo - Comunidade Obra de Maria.

No mesmo dia, 05/04, aconteceu também, o I Barzinho de Jesus, realizado pelo grupo jovem da Paróquia, JUSEC (Jovens Unidos Seguindo os Ensinamentos de Cristo). O evento foi maravilhoso. Houve uma grande participação da comunidade paroquial, sem falar grande participação dos jovens.

Equipe Blog Palmas
"Servimos ao Senhor com Alegria!"

domingo, 5 de abril de 2009

Louvai ao Senhor!

"Louvai ao Senhor nosso Deus, disse-lhes ela, que não abandonou os que puseram nele a sua esperança" (Judite 13,17).

O nosso coração se enche de uma grande gratidão ao nosso Deus que por sua ação sempre benevolente fez com que tudo voltasse ao normal. Você deve estar se perguntando o que aconteceu. Vamos explicar.
O fato é que estavamos como de costume, fazendo as devidas atualizações de nosso blog, quando mexendo no HTML tudo sumiu: postagens, gadget... a opção seria excluir o blog e fazer outro (pense no trabalho). Já não sabiamos o que fazer, pois fizemos o que podiamos para que tudo voltasse ao normal. Mas pondo nossa esperança no Senhor, as nossas idéias foram clarenado e a solução chegou. Ele não nos abandonou!
Esperamos que você que tem grande estima por este blog se junte a nós bendizendo o nome santo do Senhor!
"...e direis naquele tempo: Louvai ao Senhor, invocai o seu nome, fazei que suas obras sejam conhecidas entre os povos; proclamai que seu nome é sublime" (Isaías 12,4).
Equipe Blog
Palmas/TO

sábado, 4 de abril de 2009

Convivências das Comunidades

Hoje, 04, aconteceu na Chácara da Comunidade Sementes do Verbo, a 1ª Convivência (de 2009) das comunidades de vida e aliança da Arquidiocese de Palmas. É uma oportunidade que todas as comunidades tem de receber, do nosso querido Bispo, Dom Alberto Taveira, as orientações necessárias para uma boa evangelização em nossa Diocese.
Segue abaixo algumas fotos da convivência...




Blog Palmas
"Que Alegria ser Obra de Maria!"

Uma pipa no céu...

A vida exige leveza, assim como a viagem. A estrada fica mais bonita quando podemos olhá-la sem o peso de malas nas mãos.
Seguir leve é desafio. Há paradas que nos motivam compras, suplementos que julgamos precisar num tempo que ainda não nos pertence, e que nem sabemos se o teremos.

Temos a pretensão de preparar o futuro. Eu tenho. Talvez você tenha também. É bom que a gente se ocupe de coisas futuras, mas tenho receio que a ocupação seja demasiada. Temo que na honesta tentativa de me projetar, eu me esqueça de ficar no hoje da vida.
Os pesos nascem desta articulação. Coisas do passado, do presente e do futuro. Tudo num tempo só.

Há uma cena que me ensina sobre tudo isso. Vejo o menino e sua pipa que não sobe ao céu. Eu o observo de longe. Ele faz de tudo. Mexe na estrutura, diminui o tamanho da rabiola, e nada. O pequeno recorte de papel colorido, preso na estrutura de alguns feixes de bambú retorcidos se recusa a conhecer as alturas.

O menino se empenha. Sabe muito bem que uma pipa só tem sentido se for feita para voar. Ele acredita no que ouviu. Alguém o ensinou o que é uma pipa, e para que serve. Ele acredita no que viu. Alguém já empinou uma pipa ao seu lado. O que ele agora precisa é repetir o gesto. Ele tenta, mas a pipa está momentaneamente impossibilitada de cumprir a função que possui.
Sem desistir do projeto, o menino continua o seu empenho. Busca soluções. Olha para os amigos que estão ao lado e pede ajuda. Aos poucos eles se juntam e realizam gestos de intervenção...

Por fim, ele tenta mais uma vez. O milagre acontece. Obedecendo ao destino dos ventos, a pipa vai se desprendendo das mãos do menino. A linha que até então estava solta vai se esticando. O que antes estava preso ao chão, aos poucos, bem aos poucos, vai ganhando a imensidão do céu.
O rosto do menino se desprende no mesmo momento em que a pipa inicia a sua subida. O sorriso nasceu, floresceu leve, sem querer futuro, sem querer passado. Sorriso de querer só o presente. As linhas nas mãos. A pipa no céu...

Fonte: Pe. Fábio de Melo

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Para cada um de nós há uma cruz!

Em seguida, convocando a multidão juntamente com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me". (Mc 8,34)

O nosso desejo é serguirmos os passos do MJustificarestre, ouvir a sua voz e atender ao seu chamado. Estamos a poucos dias de vivênciar um dos tempos mais preciosos da liturgia cristã católica, a Semana Santa. Se o Senhor teve que carregar uma cruz, nós que o seguimos, não poderiamos estar isentos deste belíssimo exemplo. Por tanto, segue uma simples história que nos mostrar um pouco porquê temos que carregar nossa cruz e parar de tanto nos reclamar-mos com as situações da vida.

"Em verdade, em verdade, vos digo: o servo não é maior do que seu senhor, e o enviado não é maior do que aquele que o enviou". (Jo 13,16)















"
Recordai-vos daquilo que eu vos disse: ‘O servo não é maior do que o seu senhor’". (Jo 15,20)

Contribuição: Glaucia Alves ( Membro Obra de Maria)
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