segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dia da Exaltação à Santa Cruz

A Festa da Exaltação da Santa Cruz é celebrada no dia 14 de setembro, recordando a doação definitiva de Jesus Cristo. A Cruz de Jesus é um mistério de Deus desde toda a eternidade e já foi manifestada a nós. A cruz, antes de tudo, é uma manifestação de amor, o grande mistério do derramamento do Espírito Santo. Quando o fiel olha para a Cruz de Cristo, ele vê o sacrifício. Não compare sacrifício com tristeza; o sacrifício é reflexo de Cristo.

A Festa da Exaltação da Santa Cruz é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, o lenho sagrado é o maior símbolo de nossa fé. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo ministro, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.

Celebrando a Festa da Santa Cruz, juntamente com o Crucificado somos elevados para o alto. Tão grande é o valor do madeiro sagrado, que quem o possui, possui um tesouro. Eu chamo-o justamente de tesouro, porque é, na verdade, de nome e de fato, o mais precioso de todos os bens. Nele está a plenitude da nossa salvação e por ele regressamos à dignidade original.

Foi na Cruz que Jesus Cristo ofereceu ao Pai o Seu Sacrifício. Por isso, é justo que veneremos o sinal e o instrumento da nossa libertação. Objeto de desprezo, patíbulo de infâmia, até o momento em que Jesus, obediente até a morte, nela foi suspenso. A Cruz tornou-se, desde então, motivo de glória, pólo de atração para todos os homens.

Ao celebrarmos essa festa, nós queremos proclamar que é da Cruz, sinal do amor universal de Deus, fonte de toda a graça (N.A., 4) que deriva toda a vida de Igreja. Queremos também manifestar o nosso desejo de colaborar com Cristo na salvação dos homens, aceitando a Cruz, que a carne e o mundo fizeram pesar sobre nós (G.S. 38).

A lenho sagrado não é uma divindade, um ídolo, feito de madeira, barro, bronze, mas ele é para nós santo e sagrado, porque dele pendeu o Salvador do mundo. Ele é o símbolo universal do cristão. Com orgulho e devoção ele é a nossa marca, o sinal de nossa identidade, vocação e missão. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento, nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela Cruz, o Senhor continua a derramar sobre nós.

A Cruz é também a exaltação de Cristo; leia o que Ele próprio diz: “Quando Eu for exaltado, então atrairei todos a Mim” (João 12,32). Como você vê, o madeiro sagrado é a glória e a exaltação de Cristo. Celebrando a Festa da Exaltação da Santa Cruz, celebramos a vitória de Cristo, que nos possibilita desde agora celebrar a nossa futura glória no céu. Pois, se morremos com Cristo, cremos também que viveremos com Ele (cf. Romanos 6,9).

Eduardo Rocha Quintella
Bacharel em Teologia
www.eduardoquintella.com.br

sábado, 12 de setembro de 2009

Nossa Senhora das Mercês, Rogai por nós!

Aqui em Palmas, umas das missões da nossa casa, é dar assistência a Paróquia, que é administrada pelo Padre Erivaldo (Com. Obra de Maria), tendo como padroeira Nossa Senhora das Mercês. A Paróquia está em festa, pois hoje começa os festejos em honra a nossa senhora das Mercês, e vai até o dia 20/09 encerrando com uma missa celebrada pelo Arcebispo de Palmas, Dom Alberto Taveira.

Segue um pouco da história de como surgiu esta devoção:

No início do século XII quase toda a Península Ibérica gemia sob o jugo muçulmano. Grande número de espanhóis estava escravizado pelos mouros e sujeito aos piores tratos. A Santíssima Virgem - Auxiliadora dos Cristãos - condoendo-se do sofrimento de seus filhos, quis ser a principal fundadora de uma Ordem Religiosa destinada a prestar socorro a estes infelizes. Para isso apareceu em sonhos, na mesma noite, a três homens dedicados, a fim de que se consagrassem a causa dos oprimidos.

Um dos escolhidos foi o militar francês de origem fidalga São Pedro Nolasco, que há muito tempo se dedicava a esta causa, resgatando seus irmãos de crença a peso de ouro. Quando já lhe escasseavam os recursos, a Virgem Maria apareceu-lhe em sonho e disse-lhe: - "Deus quer que estabeleça uma Congregação Religiosa para o resgate dos cativos".

Pedro não era um homem crédulo e por isso consultou o seu confessor São Raimundo de Penaforte, um dos mais notáveis teólogos de sua época. Qual não foi a surpresa de Pedro Nolasco ao saber que o Santo Doutor tivera o mesmo sonho e recebera ordem de animar os seus desígnios. Foram os dois pedir o apoio de D. Jaime I de Aragão e ficaram assombrados quando o piedoso monarca lhes anunciou que tivera o mesmo sonho e recebera a mesma ordem.

Certos de que esta era a vontade de Deus, puseram mãos a obra. 0 magnânimo soberano mandou construir um convento, enquanto São Raimundo elaborava os estatutos da Ordem. São Pedro Nolasco foi o primeiro Comandante Geral da Milícia, e a ele, em pouco tempo, juntaram-se muitos cavaleiros da Espanha.

Estava fundada a Ordem Real e Militar de Nossa Senhora das Mercês da Redenção dos Cativos.

Alem dos votos de pobreza, obediência e castidade, eles faziam o de tornar-se escravos, se fosse necessário, para salvar os prisioneiros.

A Ordem de Nossa Senhora das Mercês, após a aprovação do Santo Padre, espalhou-se pela Europa. Quando Cristóvão Colombo descobriu a América, despertou a atenção dos Mercedários para o enorme campo de atividades que se lhes deparava no Novo Mundo.


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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Arquidiocese de Palmas

Hoje, 10 de setembro, no Seminário Interdiocesano do Divino Espírito Santo, pertecente a Provícia Eclesiastica de Palmas, foi reralizada a posse da nova diretoria acadêmica do Centro de Estudos Superirores - Mater Dei. Que forma (Filosofia e Teologia) todos os seminaristas que pertencem a província de Palmas.

A posse aconteceu após uma missa celebrada pelo Arcebispo da Arquidiocese de Palmas, Dom Alberto Taveira. Estiveram presente vários Padres da Arquidiocese, como também, como também todos os seminaristas da província. Em sua homilia Dom Alberto frisou a ação da providência divina durante esses 7 anos de existência do Centro de Estudos.
Após a celebração, o Padre Luciano Zilli, apresentou a sua tese sobre o livro do Cântico dos Cânticos, que serviu para conclusão do seu curso em "Arquiologia Bíblica" realizado no Instituto dos Franciscanos, na Terra Santa.



Na mesma ocasião tivemos, também, a presença do prefeito da Congregação para a Educação Católica, Cardeal Zenon Grocholewski. Que veio ao Brasil para receber o título honorífico de Doutor Honoris Causa da Universidade Católica de Goiás (UCG). Com o cardeal, tivemos a presença do Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, como também do Bispo da Diocese de Porto Nacional (TO) Dom Romualdo. Que antes de vim para o Brasil era da mesma Diocese do Cardel.

O Cardeal falou um pouco do seu papel como prefeito da congregação para educação católica e a importância da educação intelectual dos seminaristas. Frisou a necessidade do sacerdote ser um conhecedor do sagrado. Ressaltou, ainda, o papel do sacerdote como incentivador de novas vocações sacerdotais

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